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Secoya apoia pedido de providências sobre morte de indígena por espancamento em Manaus (AM)



Morador da aldeia Foz do Acuraua, no município de Envira, a 1.214  quilômetros de Manaus,Tadeo Kulina, 34, chegou à capital amazonense no dia 01 de fevereiro, acompanhando a esposa, que foi encaminhada à maternidade Ana Braga, localizada no bairro São José I, zona Leste da cidade. Embora não falasse português, o casal não contou com tradutores, conforme denúncia de organizações indígenas.

 

Tadeo Kulina foi dado como desaparecido no dia 13.02 e seu corpo foi encontrado no Instituto Médico Legal (IML). No Boletim de Ocorrência (BO) feito no dia 16.02, cita espancamento como a causa da morte. As agressões sofridas por Tadeo deixaram o seu rosto completamente desfigurado.

 

Os assassinatos de indígenas têm sido uma das respostas do Estado brasileiro, com aumento de 21.6%. No ano de 2020, foram mortos 216 indígenas, informa o Atlas da Violência de 2021 (https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/artigos/5141-atlasdaviolencia2021completo.pdf).

 

A Secoya, que integra a Frente Amazônica de Mobilização em Defesa dos Direitos Indígenas (FAMDDI), assina nota que exige providências por parte dos poderes Executivo e Judiciário, na busca dos responsáveis e na definição de regras que garantam segurança a indígenas em situação de vulnerabilidade que são enviados a Manaus ou a qualquer outra cidade.

 

Confira nota na íntegra:


MANIFESTO DE REPÚDIO FEV 2024
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